Palestra sobre Inteligência Artificial, pensamento crítico e o futuro da aprendizagem

Presente em grandes instituições, redes
de ensino e eventos educacionais.

Não é uma crise da educação. É uma mudança de função.
Durante muito tempo, aprender era sobre ter acesso. O conhecimento era escasso, e a missão da escola parecia bem clara: organizar essa informação e repassar para quem não tinha.
Hoje vivemos o oposto: A informação transborda em todo lugar. Só que ter tudo à disposição não garantiu que a gente soubesse o que fazer com isso, nem que soubesse formar pessoas capazes de pensar por conta própria.
A inteligência artificial escancarou esse nó.
Quando qualquer aluno consegue resolver exercícios, resumir livros e gerar apresentações inteiras em segundos, transmitir conteúdo virou o básico.
O desafio real agora é outro: cultivar o que continua sendo profundamente humano em um mundo onde as máquinas aprenderam a responder.
O abalo de verdade não é a inteligência artificial. É a gente ter perdido a clareza sobre qual é o nosso papel.
- Pedro Cortella
Um modelo do MIT Sloan para mapear onde o humano segue insubstituível,
mesmo quando a IA aprende tudo o resto.




Dialoga com públicos diferentes a partir de uma mesma certeza: a IA pode ser um tema tecnológico, mas a conversa sobre ela é profundamente humana.
Vamos conversar sobre o seu próximo evento?

O que passa a ser ainda mais importante desenvolver nas pessoas justamente porque as máquinas evoluíram?
— Pedro CortellaPedro Cortella é futurista, estrategista digital e comunicador especializado em educação, inteligência artificial e comportamento. Tem 20 anos de experiência em comunicação, com passagens por MTV, Band e TV Globo/SporTV. É certificado em Inteligência Artificial pela MIT Professional Education e em Futurismo pelo Institute for the Future, colunista de tecnologia no Portal IG, professor de IA na ESPM, sócio e advisor do Neurau. É também criador do podcast Inteligência Orgânica em que investiga os impactos da Inteligência Artificial sobre o trabalho, a educação e a vida contemporânea
Na visão de quem organiza e lidera a educação.
“Obrigada por acolher a proposta e pelo comprometimento com todas as etapas do trabalho. Parabéns!”
“Amamos a palestra, foi enriquecedora!”
“A palestra foi extremamente inspiradora e enriquecedora. O conteúdo foi apresentado de forma clara, envolvente e prática, trazendo reflexões profundas e aplicáveis ao dia a dia.”
“Uma palestra leve, agradável, interessante, além de ter um tema atual e imprescindível para todos nós. A simpatia, a postura, a fala, o conteúdo, o tempo: tudo foi harmônico.”
“Fala breve, pontual, atual e cheia de novos conhecimentos. Despertou reflexões necessárias sobre o uso de tecnologia na educação.”
“De grande valia para a formação dos nossos educadores. Fez a equipe rever conceitos e pensar o futuro.”
Ferramentas aparecem como exemplos, mas não são o foco. A discussão está nas decisões pedagógicas que permanecem relevantes independentemente da tecnologia disponível.
Sim. O conteúdo foi pensado justamente para criar uma linguagem comum entre diferentes atores da instituição.
Procuro evitar os dois extremos. A inteligência artificial traz oportunidades importantes e desafios igualmente relevantes — a palestra busca compreender ambos.
Sim. Cada instituição possui maturidade, contexto e objetivos diferentes — a palestra é ajustada para dialogar com essa realidade.
Educar em tempos de algoritmos é defender aquilo que faz a gente ser gente.
— Pedro Cortella